Verão é propício para alta de casos de dengue, chikungunya e zika

O verão chegou e com ele uma preocupação: a incidência das doenças típicas da estação. Dengue, vírus da zika, chikungunya e até a febre do mayaro – em circulação no Rio de Janeiro – trarão mais preocupação nos primeiros meses de 2020, segundo especialistas.

Nova no Brasil, a febre do mayaro é transmitida por mosquitos silvestres, que vivem em matas e nas copas das árvores, como o haemagogus – o mesmo da febre amarela silvestre. Os sintomas são semelhantes aos da chikungunya (febre, dores de cabeça e muscular, além de manchas avermelhadas na pele).

Além das arboviroses, grupo que agrega dengue e chikungunya, outras doenças têm circulação maior no verão, como as diarreias, os quadros virais, dermatites, conjuntivites, bicho geográfico e as lesões de pele (micoses de unha e até erisipela, que é muito comum nesta época).

As doenças diarreicas ocorrem quando há a ingestão de alimentos e água contaminados. Têm como principais causas os enterovírus, principalmente rotavírus e norovírus, e as bactérias, como a escherichia coli patogênica e a salmonella, entre outras.

É possível evitá-las adotando medidas simples de higiene. Lavar as mãos antes de preparar ou consumir alimentos, guardá-los em recipientes fechados, higienizar alimentos crus, consumir os alimentos cozidos imediatamente após o preparo e em temperatura quente; beber água potável, guardar as sobras em geladeiras e sempre reaquecê-las antes de consumir são algumas atitudes preventivas.