segunda-feira, 13 de maio de 2019
A II Unidade Regional de Saúde Pública (II Ursap), através da Equipe Técnica de Vigilância de Óbitos revela os indicadores de investigação de óbitos infantis, fetais, maternos de mulheres em idade fértil. A vigilância de óbitos se enquadra no conceito de vigilância epidemiológica que compreende o conhecimento dos determinantes dos óbitos maternos, infantis, fetais e com causa mal definida e a proposição de medidas de prevenção e controle.Os principais óbitos elegíveis para investigação são óbito infantil, fetal, materno declarado, óbito de mulher em idade fértil (MIF) e óbito com causa mal definida. 

AMPARO LEGAL 
Portaria do MS nº1.119, de 05 de junho de 2008 que regulamenta a Vigilância de Óbitos Maternos e a Portaria do MS nº 72, de 11 de janeiro de 2010 que estabelece que a vigilância do óbito infantil e fetal é obrigatória nos serviços de saúde (públicos e privados) que integram o Sistema Único de Saúde (SUS). 

“Os óbitos infantis e fetais são considerados eventos de investigação obrigatória por profissionais da saúde (da vigilância em saúde e da assistência à saúde) visando identificar os fatores determinantes e subsidiar a adoção de medidas que possam prevenir a ocorrência de óbitos evitáveis. Os óbitos maternos e os óbitos de mulheres em idade fértil, independentemente da causa declarada, são considerados eventos de investigação obrigatória, com o objetivo de levantar fatores determinantes, suas possíveis causas, assim como de subsidiar a adoção de medidas que possam evitar a sua reincidência”, disse a referência da Vigilância de Óbitos da II Ursap, Alzineta Oliveira Neves Rocha. 

“São objetivos da Vigilância de Óbitos identificar causas e fatores determinantes que levaram ao óbito e propor medidas de prevenção e intervenção para a redução das taxas de mortalidade materna e infantil, conscientizar os formuladores de políticas, as instituições de assistência, as equipes de saúde e a comunidade sobre a gravidade da morte materna e infantil, seus efeitos sociais e de saúde e as formas de evitá-la e ”, ressalta a referência da Vigilância de Óbitos da II Ursap, e Obter informação qualificada para decisão e para ação, considerando também a oportunidade da informação, ressalta a referência da Vigilância de Óbitos da II Ursap, Lucilene Adelino de Almeida. 

RESULTADO DOS INDICADORES II URSAP/SESAP-RN 2014-2018 

Número de óbitos fetais existentes e investigados por município de residência – II URSAP /SESAP, Rio Grande do Norte, 2014 a 2018 

Em 2014 foram 71 óbitos fetais e 41 investigados; 2015 95 óbitos e 62 investigados. Em 2016 foram 86 óbitos fetais e 49 investigados. Em 2017 87 óbitos fetais e 67 investigados e em 2018 foram 74 óbitos fetais e 41 investigados. 

Número de óbitos infantis existentes e investigados por município de residência – II URSAP /SESAP, Rio Grande do Norte, 2014 a 2018 

Em 2014 foram 109 óbitos infantis e 56 investigados. 2015 101 óbitos e 61 investigados. Em 2015 foram 105 óbitos e 62 investigados. Em 2017 105 óbitos e 62 casos investigados e em 2018 foram 100 óbitos e 75 investigados. 

Número de óbitos de Mulheres em Idade Fértil (MIF) existentes e investigados por município de residência – II URSAP/SESAP, Rio Grande do Norte, 2014 a 2018. 

Em 2014 foram 196 óbitos e apenas 21 investigados. Em 2015 foram 192 óbitos e162 investigados. No ano de 2016 aconteceram 200 óbitos de Mulheres em Idade Fértil e 178 investigados. Em 2017 foram 182 óbitos e 151 investigados e em 2018 aconteceram 189 óbitos e 170 investigados. 

Número de óbitos maternos existentes e investigados por município de residência – II URSAP /SESAP, Rio Grande do Norte, 2014 a 2018 

Em 2014 foram 37 óbitos maternos e apenas 06 investigados. Em 2015 foram 32 óbitos e 7 investigados. No ano de 2016 aconteceram 29 óbitos e 4 investigados. No ano de 2017 foram 33 óbitos e 07 investigados e no ano de 2018 foram 23 óbitos maternos e apenas 04 investigados. 

Distribuição dos óbitos maternos segundo município de residência – II URSAP /SESAP, Rio Grande do Norte, 2014 a 2018 

Assu 2014 (01), 2015 (1), 2016 (1), 2017 (1) e 2018 (1). Angicos 2018 (1); Caraúbas 2016 (1); Carnaubais 2014 (1) e 2016 (1); Ipanguaçu 2017 (1); Mossoró 2014 (04), 2015 (5), 2016 (1), 2017 (4) e 2018 (2); Pendências 2017 (1) e Upanema 2015 (1). Total de 28 mortes maternas. Fazem parte da Vigilância de Óbitos da II Ursap, a assistente social, Alzineta Oliveira Neves Rocha, a enfermeira Lucilene Adelino de Almeida e a técnica Fátima Silva 

Abdias Duque de Abrantes 
Assessor de Comunicação Social 
II Ursap MTB-PB Nº 604
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