terça-feira, 9 de abril de 2019
A Coordenadoria de Promoção à Saúde (CPS) da Sesap, por meio da Subcoordenadoria de Ações de Saúde, Área Técnica de Saúde da Mulher e o Comitê de Luta pela Redução da Mortalidade Materna, Infantil e Fetal (CMMI, realizou terça-feira (09), às 8h30, no auditório da Sesap em Natal, o Fórum Perinatal e Reunião do Comitê de Luta pela Redução da Mortalidade Materna, Infantil e Fetal (CMMI).

O evento foi direcionado aos representantes dos Comitês de Luta pela Redução da Mortalidade Materna, Infantil e Fetal das Unidades Regionais de Saúde Pública (URSAPs), representantes dos Hospitais de Referência de Natal e referências de Vigilância de Óbitos. Da II Ursap participaram as representantes da Vigilância de Óbitos e Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM)/Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (SINASC), Alzineta Oliveira Neves Rocha e Lucilene Adelino de Almeida.

Presidiu o evento a presidente do Comitê Estadual de Luta pela Redução da Mortalidade Materna, Infantil e Fetal (CMMI), ginecologista e obstetra, Maria do Carmo Lopes de Melo. 

Durante a reunião foi discutido a Resolução nº 42, 13 de dezembro de 2018 da Comissão Intergestores Tripartite (CIT) que trata do Plano Estadual de Enfrentamento da Mortalidade Materna e Infantil pela coordenadora da área técnica do Grupo Auxiliar Saúde da Mulher e Rede Cegonha, Suzete Queiroz. A resolução aprova as diretrizes e estratégias para elaboração do plano de enfrentamento da Mortalidade Materna e na Infância, no contexto da agenda 2030 dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.

Foi discutida a caderneta da saúde da criança com alteração sobre o registro de informações sobre gravidez, parto e puerpério pela coordenadora da área técnica da Saúde da Criança da Sesap, Célia Melo. 

A presidente do Comitê Estadual de Luta pela Redução da Mortalidade Materna, Infantil e Fetal (CMMI), ginecologista e obstetra, Maria do Carmo Lopes de Melo expôs sobre near miss materno - caracterizado por um conjunto de condições que caracterizam a disfunção ou falência orgânica e que antecede imediatamente o óbito, constitui um importante marcador de saúde e cuidados obstétricos. 

O near miss materno (NMM) é atualmente definido pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como a mulher que quase morreu, mas sobreviveu a complicações graves durante a gestação, parto ou até 42 dias após o término da gestação. 


Abdias Duque de Abrantes

Assessor de Comunicação Social

II URSAP MTB-PB Nº 604 
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