quinta-feira, 20 de setembro de 2018

A II Unidade Regional de Saúde Pública (II Ursap) e o Hospital Regional Rafael Fernandes (HRF), realizaram quinta-feira (20), no auditório da unidade de saúde, de 9h às 12h, uma reunião direcionada às Referências em Infecções Sexualmente Transmissíveis e Hepatites Virais das 2ª e 8ª Regiões de Saúde como o objetivo de apresentar a definição de fluxo para pacientes diagnosticados com HIV e reafirmar o compromisso com colaboradores que manuseiam o Sistema de Controle Logístico de Insumos Laboratoriais – SisLogLab.

Presentes ao evento a gerente da II Ursap, Camila Alves, a articuladora Regional das Infecções Sexualmente Transmissíveis/AIDS e Hepatites Virais, Kelly de Souza Martins Formiga da Escóssia, o coordenador do Núcleo Técnico, Antônio Irineu Pereira dos Santos, a coordenadora de Recursos Humanos, Anália Gabriela Dantas da Cunha e a ex-diretora-geral do Hospital Rafael Fernandes, enfermeira Hugmara Araújo da Fonseca.

A enfermeira Hugmara Araújo da Fonseca fez a apresentação do Hospital Regional Rafael Fernandes (HRF), especializado em doenças infectocontagiosas sendo referência no tratamento da AIDS, leishmaniose visceral, cardiopatias, erisipelas, pneumonias, herpes zóster (cobreiro) e tuberculose para as regiões Oeste e Alto Oeste potiguar.. O HRF conta com 39 leitos. A Unidade Hospitalar tem como diretora-geral, Marícia Morais Gurjão.

Os serviços oferecidos pela unidade hospitalar são assistência hospitalar; Serviço de Assistência Especializada (SAE): HIV/AIDS e Hepatites Virais (B e C); Atendimento a pessoas vítimas de acidente com material biológico; Atendimento a vítimas de violência sexual (homens adultos e idosos; transexuais) e Polo de administração de imunocomponente palivizumabe (sazonal, população específica).

DADOS

Doenças e agravos notificados por mês de ocorrência, Hospital Rafael Fernandes, Mossoró/RN, de janeiro a dezembro de 2017.

AIDS adulto (201), Acidente com material biológico (128), Tuberculose (75), Hepatites virais (58), Crianças expostas ao HIV (12), Leishmaniose Visceral (18), Sífilis adquirida (12), Gestante HIV (04), AIDS (menor de 13 anos – 02), Varicela (02), Meningite (02), Herpes Zoster (05) e Violência (06). Total 515.

Frequência de HIV/AIDS em adultos notificados por município de residência, Hospital Rafael Fernandes, Mossoró/RN, de janeiro a dezembro 2017.

Mossoró (114), Assú (18), Baraúna (10), Areia Branca (07), Carnaubais (01), Governador Dix-Sept Rosado (04), Grossos (01), Angicos (03), Apodi (05), Frutuoso Gomes (03), Fernando Pedroza ( 01), Ipanguaçu (02), Itajá (02), Paraú (03), Patu (02), Pau dos Ferros (07), Rafael Fernandes (01), Rodolfo Fernandes (02), Rafael Godeiro (01), São Miguel (03), Severiano Melo (01), Serra do Mel (02), Serrinha dos Pintos ( 01), Tabuleiro Grande ( 01), Tibau (02), Triunfo Potiguar (01) e Umarizal (01). Total 200.

Pessoas vivendo com HIV/Aids (PVHA) no Serviço de Assistência Especializada (SAE) em julho de 2018. AIDS - Homens (481) e Mulheres (298) - HIV - Homens (158) e Mulheres (132)

CASOS NOVOS DE HIV/AIDS ACOMPANHADOS EM 2018

Mossoró (9), Serra do Mel (02), Angicos (01), Rodolfo Fernandes (01), Pau dos Ferros (01), Ipanguaçu ( 01), São Miguel (01), Apodi (01), Tenente Ananias (01), Pendências ( 01), Caraúbas ( 01), Alexandria (01) e Patu (01).

“As pessoas que têm Aids asseguram que sofrem mais com o preconceito e a dificuldade de integração com a sociedade do que com a ação do vírus no organismo. O sentimento de tristeza e depressão pode ser explicado pela falta de apoio social, pelo sentimento de discriminação e pelo sentimento de solidão. A discriminação contra a pessoa que vive com HIV/aids é considerada crime”, disse a articuladora Regional das Infecções Sexualmente Transmissíveis/AIDS e Hepatites Virais, Kelly de Souza Martins Formiga da Escóssia.

Discriminação contra a pessoa que vive com HIV/aids é considerada crime

A Lei Nº 12.984, de 2 de junho de 2014, sancionada pela ex-presidenta Dilma Rousseff, define o crime de discriminação dos portadores do vírus da imunodeficiência humana (HIV) e doentes de aids. Constitui crime punível com reclusão, de 1 (um) a 4 (quatro) anos, e multa, as seguintes condutas discriminatórias contra o portador do HIV e o doente de aids, em razão da sua condição de portador ou de doente: recusar, procrastinar, cancelar ou segregar a inscrição ou impedir que permaneça como aluno em creche ou estabelecimento de ensino de qualquer curso ou grau, público ou privado; negar emprego ou trabalho; exonerar ou demitir de seu cargo ou emprego; segregar no ambiente de trabalho ou escolar; divulgar a condição do portador do HIV ou de doente de aids, com intuito de ofender-lhe a dignidade e recusar ou retardar atendimento de saúde.

Abdias Duque de Abrantes
Assessor de Comunicação Social
II Ursap MTB-PB Nº 604


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