domingo, 17 de junho de 2018
O domingo é sempre o dia preferido dos brasileiros para assistir a um jogo de futebol, seja no bar com os amigos ou em um churrasco com a família. E não será diferente desta vez. Isto porque às 15h (de Brasília), a seleção estreia na Copa do Mundo da Rússia, contra a Suíça, pelo Grupo E, em Rostov. Curiosamente, os pentacampeões entram em campo no mesmo dia que a Alemanha, também apontada como uma das favoritas ao título, atual campeã e algoz dos brasileiros no último Mundial.

Liderada por Neymar, que busca seu primeiro caneco na Copa do Mundo, a seleção comandada pelo técnico Tite, recheada de talentos em várias posições, terá pela frente um adversário especialista no jogo defensivo – embora seu jogador mais conhecido seja o meia Xherdan Shaqiri.

A Alemanha, que tenta igualar o pentacampeonato canarinho, entra em campo diante do México, no estádio olímpico Lujniki, às 12h, pela abertura do Grupo F, que tem ainda Suécia e Coreia do Sul, seleções que iniciam suas participações na segunda-feira, em Nizhny Novgorod.

O Grupo E, que conta com Brasil e Suíça, será aberto por Costa Rica e Sérvia, que se enfrentam às 9h, em Samara.

Embalados 

Os holofotes estão sempre voltados para a seleção brasileira em Copas do Mundo. Desta vez, os pentacampeões mundiais chegam embalados pela campanha feita desde que o técnico Tite assumiu o comando da equipe: são 20 vitórias, uma derrota e apenas cinco gols sofridos. O entusiasmo da torcida é ampliado, ainda, pela recuperação física de Neymar e pela boa fase do capitão Marcelo e do atacante Gabriel Jesus.

A histórica derrota de 7 a 1, na semifinal da Copa de 2014, em Belo Horizonte, não assusta mais. O título, porém, seria uma forma de abrandar o assunto, embora ele não tenha deixado marcas, na opinião do lateral-esquerdo Marcelo. “São coisas que acontecem no futebol. Eu queria que fosse de outra maneira, mas não tem nenhum trauma. Se tivesse, eu não estaria jogando futebol mais, teria largado. Como sempre faço na minha vida, é tentar traçar novos objetivos, novos desafios. A Copa do Mundo é outro desafio. Tentar não se machucar é outro desafio, tentar não sentir dor, trocar o padrão do meu clube para a seleção é outro desafio. Não levo trauma algum. Nem as coisas boas deixo subir à cabeça, nem as derrotas me afetam”, disse.

A Suíça, cujo principal jogador é Xherdan Shaqiri, aposta no setor defensivo para, pelo menos, arrancar um empate contra o único campeão mundial do Grupo E. O time – eliminado da Copa de 2006 sem sofrer gols – vai atuar ciente do resultado de Costa Rica x Sérvia, e, segundo o lateral Ricardo Rodríguez, o segredo será não desperdiçar as (poucas) oportunidades.

“Vamos jogar por uma bola. Sabemos que o Brasil é muito forte. Já mostramos que podemos jogar bem contra os grandes times. Temos uma defesa forte. A grande chave é fazer o gol na chance que tivermos. Não teremos muitas chances. Quando tivermos, temos que aproveitar”, destaca Rodríguez.

Prováveis escalações:

Brasil: Alisson, Danilo, Thiago Silva, Miranda e Marcelo; Casemiro; Paulinho, Philippe Coutinho, Willian e Neymar; Gabriel Jesus.

Suíça: Sommer; Lichtsteiner, Schaer, Akanji, Rodriguez; Behrami, Xhaka; Shaqiri, Dzemaili, Zuber; Seferovic.

Arbitragem: Cesar Ramos (MEX)

Árbitro principal: Alireza Faghani (IRN)

Assistentes: Marvin Torrentera (MEX) e Miguel Hernandez (MEX)

Quarto árbitro: John Pitti (PAN)

Com informações GloboEsporte.com, Rostov, Rússia
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