domingo, 18 de março de 2018
Por: Emílio Oliveira
Infelizmente, a política anda tão desmoralizada ao ponto de não se ter mais quase nenhuma referência maior nessa tão importante área de nossa vida. A politicalha tomou conta da cena e o resultado é que ninguém pode mais acreditar nos atuais políticos que temos. Salvo raras exceções que você pode contar até nos dedos de uma mão, é raro se encontrar um político que realmente se faça acreditar e que o povo tenha alguma esperança de que ele possa iniciar um ciclo de verdadeira mudança na forma como se deve fazer a verdadeira política nesse país. 

A culpa é somente dos políticos? Parece-me que não, pois parcela significativa dessa culpa deve também ser debitada a maioria dos eleitores que pela inoperância dos políticos se tornaram também oportunistas ao ponto de somente dar o voto a quem em contrapartida lhes ofereça alguma vantagem, quando a estratégia correta para estancar essa distorção no início seria receber as devidas vantagens e não votar naquele respectivo candidato, fato que teria inviabilizado esse antipatriótico processo distorcido ainda no seu nascedouro. 

Mas, deixando as lamúrias de lado e vamos ao que nos interessa. No dia 11 de agosto de 1921, nascia na cidade de Angicos aos pés do Pico do Cabugi, no Sertão Potiguar do Grande do Norte, um menino batizado com o nome de Aluizio Alves e que mais tarde se revelaria como um dos maiores políticos desse país e até mesmo do mundo, pois ele com certeza estava no mesmo nível de um: Winston Churchill, Charles de Gaulle, Getúlio Vargas, Juscelino Kubistchek e Tancredo Neves. Ele foi o quinto dos nove filhos de seu Manoel Alves Filho e de dona Maria Fernandes Alves. 

Desde a mais tenra infância já demonstrava grande pendor pelas letras e deseja ser jornalista e também político. Para tanto, com apenas dez anos de idade funda o primeiro jornal o “Clarim” na cidade de Angicos com uma só página e editado através de um mimeógrafo com o estêncil impresso numa velha máquina de escrever de seu pai e do qual ele era editor, redator, paginador e diagramador. No ano seguinte seu pai se muda para Natal e ele se matricula no tradicional Colégio Público O Ateneu, onde começa a fazer política participando da fundação do PP com 11 anos e também no movimento estudantil, através do qual pela experiência adquirida com a publicação do Clarim, assumiu durante dois anos e meio a direção do Jornal “O Estudante”, publicado pelo Centro Estudantil Potiguar. 

Posteriormente, integrou o corpo editorial do jornal “A Razâo” a honroso convite de seu proprietário, Dinarte de Medeiros Mariz, no qual ele ainda um adolescente de apenas 13 anos de idade, foi repórter de política cobrindo, inclusive a Assembleia Legislativa e as eleições. Mais tarde, também trabalhou como revisor e repórter de “A Republica” que era dirigido à época pelo jornalista Edgar Barbosa. Esse início de sua formação autodidata no jornalismo contou ainda com o jornal “A Palavra” e a revista literária “Potiguarânia”, publicações criadas por ele. 

No ano de 1937, com apenas 16 anos, a convite de seu grande mentor intelectual o Doutor José Augusto Bezerra de Medeiros que via nele um grande potencial, foi residir na capital do Ceará Fortaleza. É na capital cearense que, além dos estudos no Colégio São Luiz o melhor da época e no qual se destacou logo como um grande orador e por esse motivo a convite assumiu a Supervisão Regional da Equitativa de Seguros, cargo que possibilitou a ele viajar constantemente por todo o Nordeste brasileiro, conhecendo suas dificuldades e necessidades, principalmente da população mais humilde. 

Foi lá que ao lado também de seu mentor e grande educador Dr. José Augusto, frequentou o Instituto Histórico, Geográfico e Antropológico do Ceará, onde se reunia a elite intelectual daquele estado. Foi justamente durante uma dessas reuniões que Aluizio Alves teve um lampejo de ideia e resolveu fundar a Biblioteca de História Norte-rio-grandenese (BHN) e foi também através dessa instituição criada por ele que conseguiu publicar o seu livro “Angicos”, iniciando ali a sua obra literária através da qual se tornou imortal da Academia Norte-reio-grandense de Letras. 

Com Natal invadida por camponeses vitimados pela seca de 1942, Aluizio Alves é convidado pelo interventor interino Aldo Fernandes a comandar a Campanha de Assistência aos Flagelados. A sua primeira providencia foi escrever a carta pública “Apelo à família natalense”, convocando toda a população da cidade a participar daquela empreitada humanitária. Teve grande sucesso e por isso mesmo no ano seguinte organiza a fundação da Legião Brasileira de Assistência (LBA), da qual se torna seu secretário a convite do interventor Rafael Fernandes. 

Nesse período, também cria o serviço Estadual de Reeducação e Assistência Social (SERAS) e funda os abrigos Instituto Padre João Maria, para meninas, o Instituto Juiz Melo Matos, para meninos, e o Instituto Juvino Barreto, para idosos. Todas essas realizações foram conseguidas graças ao apoio das pessoas preparadas através do Curso de Visitadores Sociais – semente da futura Escola de Serviço Social, criada também por ele. Foram justamente essas brilhantes e inovadoras iniciativas que propiciaram mais tarde a inexistência de mendigos e menores abandonados nas ruas de Natal. 

No primeiro semestre de 1944, então com 22 anos, ingressa na Faculdade de Direito de Maceió, em Alagoas, na qual se formou em bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, com especialização em Serviço Social. Em setembro do mesmo ano, casa-se com Ivone Lyra Alves, com a qual teve quatro filhos. Meses depois, começou a apresentar dois programas radiofônicos, ”Ave Maria” diário que começava às 18:00 horas e “Glórias do Brasil”, dominical que objetivava mobilizar a opinião pública a favor dos Aliados na Segunda Guerra Mundial, ambos veiculados pela Rádio Educadora de Natal, que depois veio a ser rebatizada de Rádio Poti. 

Com o fim do Estado Novo e o país finalmente redemocratizado, em 1945 Aluizio Alves candidata-se e é eleito ao seu primeiro mandato público: deputado federal pela União Democrática Nacional UDN, partido liderado por seu mentor José Augusto e que ele ajudara a fundar, tornando-se Secretário-geral do seu Diretório Nacional com apenas 24 anos e foi o mais jovem integrante a redigir a constituinte de 1946. Com isso, deixa Natal e residir no Rio de Janeiro, então Distrito Federal e sede do jornal “Diário de Notícias”, do qual passa a ser articulista. Como vice-líder da bancada de seu partido e membro da Comissão de Legislação Social, foi o autor de 86 projetos que se tornaram a Lei Orgânica da Previdência Social, a qual esteve em vigência por mais de 30 anos consecutivos. 

Foi justamente naquele ano que conheceu o jornalista Carlos Lacerda, que cobria os trabalhos na Assembléia Nacional Constituinte para o jornal “Correio da Manhã”. Dessa aproximação, nascera uma fraterna, confiante e profunda amizade, segundo as palavras do próprio Aluizio Alves. Nessa época, Carlos Lacerda também assinava a coluna Na Tribuna da Imprensa, publicada no mesmo periódico. Demitido em maio de 1949, Carlos Lacerda, foi induzido por Aluizio Alves a fundar o seu próprio jornal, fato que se concretizaria sete meses depois, quando em dezembro chega às ruas do Rio o “Tribuna da Imprensa”, do qual durante seus nove anos de existência Aluizio Alves foi seu redator-chefe e até assumiu por vários períodos a sua direção. 

Quando em 1950 foi reeleito para o seu segundo mandato, reivindicou do então poderoso presidente da república Getúlio Vargas a inclusão dos estados da Paraíba, Ceará e Rio Grande do Norte no projeto de energia elétrica através da Usina Hidrelétrica de Paulo Afonso tendo sido prometido, porém não cumprido. Essa batalha ele já lutava por ela desde 1947 e não desistiria diante das dificuldades. Para tal finalidade, com a ajuda financeira dos irmãos e alguns amigos, consegue fundar em Natal o jornal a ”Tribuna do Norte”, que se transformou numa trincheira para a consecução desse objetivo que somente se concretizou quando mais tarde ele foi eleito governador do estado. 

Quatro anos depois, mesmo acometido de uma tuberculose que lhe levou um dos pulmões e quase a própria vida, foi eleito para o seu terceiro mandato consecutivo como deputado federal e também como era outra de suas obstinações a tão desejada transposição das águas do Rio São Francisco para o estado, foi nesse período que ele proferiu um grande discurso na Câmara dos Deputados, mostrando com dados e números a urgente necessidade desse projeto que na época mataria a sede de mais de oito milhões de nordestinos além de seus animais que morriam de sede. 

Foram justamente os seus discursos, conferências, debates, artigos escritos e entrevistas por cinco longas décadas e também a sua profícua passagem pelo Ministério da Integração Regional no governo Itamar que finalmente viabilizaram a concretudo de termos hoje as águas do Rio São Francisco correndo pelas terras da Paraíba e já tão próxima, exalando os seus efeitos nas terras ainda mais secas do Rio Grande do Norte. Todavia, antes mesmo de seu sonho de tantas lutas acontecer, ele, com o grande economista idealizador da CEPAL, Celso Furtado, alinhavam teoricamente a formulação da não menos importante criação da SUDENE. 

Enquanto vivo, o grande Aluizio foi sempre assim: um idealizador e sonhador com os pés no chão e o coração sempre antenado com as endêmicas carências de seu tão sofrido povo. Reeleito para deputado federal pela quarta vez, como havia ajudado a Dinarte Mariz a seu eleito governador do estado, que inclusive já o tinha ajudado no início de sua caminhada, esperava que na sua sucessão Dinarte o indicasse como seu sucessor e ele não o fez preferindo o já senador Djalma Marinho que era também um grande parlamentar, mas muito elitista e indiferente ás carências do povo. 

Esse fato gerou o rompimento político dos dois e o jovem deputado federal, cuja fenomenal ascensão no Congresso pelas exequíveis e viáveis ideias que apresentava lhe rendera inúmeras e respeitosas reportagens em publicações estrangeiras como no Le Monde, no Clarim, e no The New York Times, se achou suficientemente maduro e forte para enfrentar a azeitada máquina do estado e vencer o seu eis decano e velho governador Dinarte de Medeiros Mariz e seu fortíssimo agrupamento político. E assim o fez. Como dissidente da situação conseguiu agregar em torno de seu nome o PSD, o PTB, o PCB e até o PRT numa forte coligação que o estudante de medicina na época Quinho Chaves Filho batizou logo de Cruzada da Esperança talvez parodiando as Cruzadas da idade média, fato que pegou e por onde passava arrastava multidões com os seus contundentes e convencedores discursos que encantavam a todos quanto o ouviam. 

Eu tinha 11 anos em 1960 quando ele se lançou candidato ao governo do estado e o meu pai que era o prefeito de Grossos e assim como ainda é hoje a maioria dos prefeitos do estado resolveu apoiar Djalma Marinho que era o candidato do governador, ele também foi nessa e perdeu. Assisti ao primeiro discurso de Aluizio Alves como candidato quando ele chegou na Guarita no Bairro das Quintas em Natal no Trem da Esperança a linha estava bloqueada porque o chefe de policia da capital havia proibido seus comícios na cidade. Ele desceu do trêm e juntamente com o povo caminhou até o seu Comitê no Alecrim e passados todos esses anos eu jamais esqueci do seu apoteótico discurso: “ Vim para ficar, vim para lutar, vim para vencer. Vim, para com o voto de cada um e de todos, abrir para o Rio Grande do Norte, as portas da esperança. Nada me impediria de vir. Nenhum obstáculo, nenhum receio, nenhuma acomodação. O mar que nos separava, gigante e solitário, era uma gota d’água. Aos que me advertem que a marcha é longa, respondo: que é mais uma razão para darmos, logo, o primeiro passo. Aos que me dizem que o itinerário está truncado de ódios, respondo: que o ódio, como os pardais chineses que as crianças matavam cansando-os no voo, também ele cansará se todos nos unirmos para apagá-lo ou destruí-lo, com a consciência de que a casa dividida não sobrevive porque dela deserta o amor e só amor constrói a esperança”. 

Quando eu ouvi pelo rádio aquelas mágicas e contundentes palavras, me arrepiei todinho e a partir daquele momento me tornei também um aluizista. Aí eu disse: papai, o seu candidato vai perder a eleição para esse homem que sabe falar ao coração do povo como ninguém. Então ele me olhou com certo desdém e disse: que nada, você ainda não sabe nada de política. Nós temos a maioria das prefeituras do estado e Djalma Marinho é quem vai ganhar a eleição. A partir daquele discurso comecei a ter constantes conflitos com ele porque ele percebeu que eu, assim como a maioria do nosso povo, torcia por Aluizio Alves. 

Houve inclusive um incidente comigo em Mossoró. Eu fui com papai assistir a um comício de Djalma Marinho em Mossoró, cujo local era ali na Estação das Artes que na época era a Estação Ferroviária. Aluizio Alves ia fazer o seu comício no Açu e quando soube que haveria esse grande comício do seu opositor em Mossoró, resolveu fazer também em Mossoró e o local escolhido por ele era sempre a Praça do Codó da qual ele já havia tirado o Codó. E veio. A Cruzada da Esperança saiu do Açu às cinco horas da tarde e às oito horas em ponto entrava em Mossoró. Era o caminhão da Cruzada da Esperança com Aluizio Alves com um lenço verde marrado no pescoço e seus caravaneiros em cima e centenas de carros grandes, pequenos e carroças e até carros de boi tudo, na cor verde. 

O homem do carneiro verde seu Pedro que era parente do nosso amigo advogado Marlus, vinha na frente. Aluizio queria passar ao lado da Estação Ferroviária para ver a quantidade de gente que tinha no comício de Djalma Marinho e Vingt Rosado que era o seu vice e também mostrar a força da sua Cruzada da Esperança aos adversários. Quando eu vi todo aquele mar de verde se aproximando, afastei-me um pouco de meu pai que estava conversando com um senhor e me aproximei da calçada. Então vinha uma carroça com o burro desgovernado e quando eu percebi já estava e cima de mim e passou por cima de minha perna esquerda que imediatamente inchou abaixo do joelho e eu pensei logo que a havia quebrado e comecei a chorar com a dor. O dono da carroça olhou para trás, me pediu desculpas e continuou tentando controlar o burro. 

Então eu me sentei na calçada da Estação Ferroviária chorando e o povo começou a dizer que tinham mandado botar por cima de mim e eu negando dizendo que tinha sido um acidente, quando enfim o meu pai chegou e começou a brigar comigo me carregou nos braços até onde estava estacionado o seu jipe e me levou ao Hospital Duarte Filho para ver se tinha havido alguma fratura. O médico me examinou e disse que eu tinha tido sorte, pois ocorrera apenas uma simples luxação, aplicou-me uma injeção que doeu mais que a perna e me liberou para voltar ao comício. Todavia, fiquei dentro do Jipe até o seu término, pensando no discurso de Aluizio Alves na Praça do Codó que ficava próximo e vez por outra se escutava alguma palavra trazida pelo vento. 

Terminou com se previa Aluizio Alves ganhando na capital e também no interior, tornando-se o novo governador do estado. Fez um governo de modernidade administrativa. Construiu em Natal o Instituto Padre Miguelinho, o Centro Educacional Winston Churchill e o Instituto Presidente Kennedy para treinamento de professores, muitas escolas em todo o interior do estado e introduziu o método de educação Pulo Feire em Angicos sua terra natal. Criou a CASOL, hoje CAERN; a Telern; a COHAB; a CODERN; o BANDERN; o IPE e a SECERN que era uma espécie de Serviço Cooperativo de Educação. Através da COSERN, trouxe a da energia elétrica de Paulo Afonso que propiciou a industrialização do estado. Na infraestrutura turística construiu o Hotel Internacional dos Reis Magos, em Natal; Hotel da Esperança, em Mossoró; Hotel Cabugi, em Angicos; Hotel Olho D’água do Milho, em Caraúbas e deixou inconcluso o Hotel de Caicó, inaugurado pelo seu sucessor, Monsenhor Walfredo Gurgel. 

No setor viário o estado construiu inúmeras rodovias estaduais e buscou recursos para as federais as nossas atuais BRs. Para nós aqui de Grossos, construiu a RN-012 onde antes existia apenas um velho caminho por entre as arvores que durante os invernos aparecia uma lagoa a cada cinquenta metros, ligando Grossos a Comunidade de Gangorra onde ela se encontra com a RN-013 que vem de Tibau e se destina a Mossoró. Na verdade, o governo de Aluizio Alves foi de pura inovação administrativa, fato que gerou desenvolvimento e organização de todo o estado. 

E foi durante a memorável campanha de 1960 que o levou nos braços do povo ao governo do estado que muitos incidentes aconteceram na tentativa de demonizá-lo ante o povo, mas nenhum sortiu o efeito pretendido pelos seus adversários. Em Pau dos Ferros, Djalma Marinho o chamou de cigano e que os que o acompanhavam eram apenas a gentinha do nosso estado. Que fez ele? Ao chegar àquela cidade no dia seguinte, confirmou que era realmente um cigano e que ali estava para ler a mão da sua querida gentinha. As palmas logo explodiram e não faltou quem se dispusesse a ter a sua mão lida por ele, oportunidade em dizia que aquele eleitor iria votar com ele porque ele iria trazer novamente para todo o estado a esperança perdida de dias melhores para todo o povo pobre e esquecido do Rio grande do Norte. 

Saiu de lá ovacionado pela multidão que o acompanhou até a saída da cidade balançando generosamente os lenços verdes da esperança que eram o símbolo maior de sua campanha. Esse incidente logo pegou e se alastrou por todo o Rio Grande do Norte e aonde ele chegava o povo corria ao seu encontro e oferecia logo a mão para ele a ler e ele o fazia, da mesma forma que o fizera em Paulo dos Ferros. Ou seja, a maquiavélica tentativa de satanizá-lo perante o povo, atingiu em cheio foi o seu adversário que perdeu feio o pleito para ele. 

Entretanto, apesar de todo esse sucesso ante o povo que o idolatrava, ele também foi vítima da ditadura militar de 1964 que se implantou pela violência institucional nesse país e como em toda ditadura injustamente ele teve os seus direitos políticos cassado por dez anos e, mesmo assim, quando pode voltar ganharia de novo com o voto livre do povo, se de uma forma ainda arbitraria não tivessem instituído o chamado voto vinculado que obrigava o eleitor a votar em todos os candidatos do mesmo partido sob pena do seu voto se tornar nulo, e isso o fez perder a campanha de 1982 para o então candidato José Agripino Maia primo do governador que manipulava os prefeitos pelo cabresto liberando verbas públicas apenas para aqueles que politicamente o acompanhassem. 

Essa é a resumida história desse grande homem e eu apenas gostaria de complementar dizendo que apenas fiz uma ligeira pesquisa sobre a sua vida, mas com certeza há bem mais a escrever sobre esse grande gênio de nossa política potiguar que o povo adorava e caminhava com ele nas vigílias noturnas que descambavam sempre para as madrugadas; do famoso Trem da Esperança que cortava célere as distâncias entre as cidades por onde caminhava; do cigano feiticeiro e da sua querida gentinha que o amava e ele a amava também. 

Finalmente - como jornalista, ele foi um visionário; como advogado, um paladino; como político um líder absoluto; e como pessoa, um grande patriota brasileiro que amava a sua terra e o seu povo tão sofrido. Que Deus na sua bem-aventurança o conserve no bom lugar que ele verdadeiramente merece na outra dimensão, ou, se possível, nos mande ele outra vez através da reencarnação, para fazer de novo o povo do Rio Grande do Norte mais feliz!... 

Emílio. 


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