domingo, 6 de agosto de 2017
Está circulando na internet algumas reportagens dizendo que um bebê nasceu “grávido” de seu irmão gêmeo. O que aconteceu, na verdade, é que uma criança indiana nasceu com outro feto sendo formado dentro de seu abdômen.

Esse é um caso raríssimo de gestação de gêmeos, e extremamente arriscado para todos os envolvidos, mas que não se refere de verdade a uma gravidez. O termo foi dado porque o processo é semelhante, já que uma criança começa a se formar dentro de outra pessoa, e se alimenta através dos nutrientes do bebê gerador.

No caso do bebê indiano, no momento do nascimento, descobriu-se que o irmão estava se formando atrás do estômago da criança.

Ele já tinha braços, pernas e cérebro, mas o desenvolvimento total e saudável seria algo impossível por conta do pouco espaço e das condições de anomalia. O jornal britânico Daily Mail foi quem noticiou o nascimento, que se refere a um caso raríssimo.

Gestação de gêmeo parasita só aconteceu 200 vezes na história da humanidade


Segundo os médicos especialistas que acompanharam a gestação, esse é um caso cientificamente conhecido como gestação monozigótica. Nesse caso, os gêmeos foram gerados em uma mesma placenta, e um dos #Bebês se tornou parasita, alimentando-se dos nutrientes do outro.

O bebê “parasita”, também chamado de fetus infetu, pode ser gerado em diversas partes do corpo, como cóccix ou osso do crânio.

Essa situação representa um grande risco aos dois fetos, uma vez que os dois dependem de um mesmo cordão umbilical para a sobrevivência uterina.

O caso na Índia foi descoberto ainda no ultrassom. Os médicos que acompanhavam a gestação da menina descobriram o caso durante uma consulta de rotina. A partir de então, ela começou a ser acompanhada de perto pela equipe.

O caso é considerado raríssimo e ocorre 1 vez a cada 5 milhões de gestações. Durante toda a história da humanidade só foram registrados 200 casos como esse, e a maioria leva o bebê hospedeiro a óbito também.

Após nascimento, recém-nascido foi submetido a cirurgia delicada para remoção do outro feto

Logo que nasceu, o bebê que carregava o irmão no abdômen precisou ser operado às pressas para a retirada do feto que estava no abdômen. Como a criança ainda era muito nova e frágil, a cirurgia foi considerada de altíssimo risco.

Mas graças a equipe médica competente, o irmão se salvou, e o feto deformado, como já era concluído, não tinha condição de sobreviver fora do outro bebê.

A mãe que passou por essa complicada gestação é uma jovem de 19 anos, que não teve a sua identidade revelada por questões de privacidade. Ela e o bebê passam bem depois do grande susto.

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