domingo, 26 de fevereiro de 2017
Por: Emílio Oliveira
Nessa Carta 02, ele diz: Logo após eu ter recebido no deserto através da Consciência Universal todo o ensinamento sobre a existência do ser e do Universo, fato que me credenciou a me transformar num mestre e curador, continuei a andar em busca de minha casa na aldeia de Nazaré, e, ao passar pelas inúmeras outras aldeias, algumas pessoas vendo a lástima em que me encontrava com a roupa rasgada e da cor do pó do deserto e com o corpo praticamente todo queimado pelo sol do deserto chamavam-me de bêbado, embora que alguns amorosamente também me trouxessem pão e vinho para comer.

Mas, infelizmente, onde fui mais escorraçado foi justamente ao chegar na minha aldeia de Nazaré, onde as pessoas me conheciam taxando-me de bêbado, sujo e vagabundo. Aproximei-me de minha casa, subi vagarosamente os degraus e bati na porta. Minha irmã abriu-a e bruscamente a fechou na mesma velocidade dizendo mãe, venha aqui, pois há um homem velho e sujo na porta. Eu ouvi os resmungos e os passos de minha mãe caminhando em direção à porta e ao abri-la tomou um susto percebendo o estado deplorável em que me encontrava. Então eu lhe disse mãe - sei que causo pena a você, mas pode ajudar-me? 

Imediatamente ela me mandou entrar e disse para a sua irmã assustada que deixasse de escândalo e colocasse água para ferver afirmando que ele era da família, estava morto de fome e precisava de ajuda. Então suavemente tirou-me a roupa suja, colocou-me num reservatório com água deu-me um bom banho esfregando-me e tirando-me todo o sujo do corpo. Depois, cortou meu cabelo e minha barba, vestiu-me roupas novas e colocou nos meus lábios e no rosto queimados pelo sol, uma pomada cicatrizante. Eu me deitou em lençóis limpos e dormi por muitas e muitas horas até que acordei numa linda amanhã com o dourado sol refletindo-se pela janela do quarto onde me encontrava. 

Então, na primeira conversa que tive com a minha mãe disse a ela – mãe, a senhora tinha razão -, eu sou realmente o Messias, mas não como os judeus esperam que eu seja. Aí eu contei a ela tudo o que tinha sido me mostrado no deserto e o objetivo maior de meu ministério que era não como o povo judeu esperava que eu vinha para liderar uma revolução violenta e libertá-lo do jugo dos romanos. 

Foi aí que minha mãe muito se alegrou e queria logo apresentr-me aos vizinhos como o verdadeiro messias que todo o povo judeu estava à espera. Aí eu lhe disse não mãe, ainda não me encontro preparado para o meu trabalho. Então comecei a ler os evangelhos para conhecer melhor o que se dizia sobre o messias e me situar melhor na luta que teria que travar contra os religiosos judeus - ao mesmo tempo em que comecei a dizer a minha mãe qual a verdadeira missão de meu ministério que havia sido me indicado pela Consciência Universal no deserto.

À medida que eu falava, crescia a preocupação de minha mãe. Eu lhe disse que Deus não era nada daquilo que os judeus pensavam. Que Deus não gostava de violência e nem tampouco de sangue como os judeus, e que quando ele criou o homem lhe garantiu todo o conforto, toda a saúde, todo o equilíbrio, todo o bem estar, toda a proteção e toda a felicidade possível dentro de um sistema de lei e de ordem, desde que ele conseguisse nas muitas oportunidades de vidas que lhe seriam dadas, controlar o principio eletromagnético da tração/rejeição ou mais precisamente o seu ego e deixar que a sua centelha divina ou sua alma que é a consciência do próprio Deus se manifestar em sua vida. Que o homem precisa perdoar sempre, ser bondoso, amoroso, não violento e solidário com tudo e com todos. 

Então, ela preocupadíssima com o meu futuro disse-me: Jesus, se você for pregar isso que diz que foi a Consciência Universal que colocou na sua cabeça - como o Messias que o nosso povo está esperando -, o próprio povo vai jogar o seu lixo podre sobre você. E você somente vai trazer decepção para nós seus parentes e mais miséria, fome, sofrimento e violência para todos os judeus. Meus irmãos a viram chorando e dizendo-me que em nada eu havia mudado e logo quiseram me colocar para fora de casa, mas eu mesmo me ofereci para sair em paz, porém a minha mãe não consentiu.

Não deu ouvidos ao que disse a minha mãe e continuei lendo os evangelhos e o primeiro milagre que consegui fazer foi quando um meu irmão sofreu um profundo corte numa das mãos e tendo a ferida infecionado doía muito. Então eu peguei na mão dele e logo senti uma forte energia saindo de minha mão para a dele. De repente ele percebeu que o ferimento havia deixado de doer e sarado e saiu resmungando achando ruim porque o tinha curado e logo senti o seu ciúme.

Outra vez foi minha irmã que sentia uma forte dor na cabeça e a curei. Depois, um outro irmão também foi curado. Nesse espaço de tempo em que me encontrava em casa me preparando para enfrentar os religiosos judeus que eu sabia que se voltariam contra mim, aqui-e-acolá não tinha nada em casa para comer conseguia fazer um pão ou outra coisa qualquer para comermos. 

Um dia minha mãe me pegou abrindo o forno e tirando um pão de dentro dele. Ela sabia que o forno naquele dia nem sequer tinha sido aceso e que em casa também não havia os ingredientes para fazer o pão. Então eu li em seu íntimo ela pensando: será que além de beberão e briguento como já foi um dia, ele agora também está roubando coisas para comermos?

Finalmente, quando me achei preparado para começar a minha espinhosa missão disse a minha mãe que gostaria de no próximo sábado ir a Sinagoga de Nazaré. E assim foi feito. Ao chegarmos lá foi me dado o livro de Isaias para eu ler e então eu escolhi a passagem que profetizava a vinda do Messias que viria libertar o povo Judeu de todo o tipo de escravidão e então disse: 

“O Espirito do Senhor está sobre mim, porque o Senhor me ungiu para pregar as boas-novas aos pobres. Ele me enviou para anunciar a libertação aos encarcerados e a recuperação da vista aos cegos, para libertar os oprimidos, para proclamar o ano da graça do Senhor”.

Então eu me sentei e disse: Hoje, vocês veem esta profecia cumprir-se em mim. Isto produziu um choque e espanto no rosto dos homens, que me olhavam atônitos, mas continuei falando, sabendo que o “Pai” me diria o que falar. As palavras vieram sem hesitação. 

Falou de minha experiência no deserto e relatei a visão do bebê crescendo até a idade adulta, sendo envolvido inconscientemente em ataduras e correntes mentais e assim ficando cego e aprisionado na escuridão interior, fechando-se totalmente para Deus. Expliquei que ao fazer isso, eles se expunham à opressão de conquistadores, escravidão, pobreza e doenças.

Porque Deus é luz – eu disse. E LUZ é a substância de todas as coisas visíveis. E LUZ é o AMOR que faz todas as coisas para que o homem desfrute delas. Todas as bênçãos de abundância e saúde foram livremente disponibilizadas para aquele que amar a Deus com a mente, o coração e a alma e que viver estritamente segundo as Leis de Deus.

Quando terminei, houve um completo silencio na Sinagoga. Eu senti que a congregação havia experimentado algo estranho, poderoso e que tinha sido elevada a um plano superior de pensamento. Desejei que nada interrompesse a tranquilidade transcendente daquele momento. Então começaram a sussurrar entre si, perguntando quem era eu. Alguns estavam convencidos de que eu era Jesus, a pessoa cuja família era muito conhecida na aldeia, mas outros mais radicais não podiam aceitar aquilo uma vez que eu falara como alguém que tinha autoridade. 

Infelizmente eu senti ressurgir minhas antigas reações de polemicas que mantivera no passado com aqueles homens cimentados com os seus dogmas religiosos. Eu sabia que tinham me desprezado e desfeito de mim no passado e minhas antigas atitudes desafiadoras voltaram à baila e isso os enfureceu por completo. E pelas minhas próprias reações humanas atrai o desastre e, este, quase aconteceu. 

Os mais velhos incitaram os mais novos que me pegaram para jogar num barranco próximo onde com certeza encontraria a morte, mas eu logo pedi auxílio ao Pai para que me salvasse daquela situação e, de repente, foi como se os homens não me enxergassem mais e começaram a se voltar uns contra os outros. Então, eu muito abalado me afastei deles e mandei um recado para minha mãe dizendo que iria para Cafarnaum, uma agradável cidade junto ao mar da Galileia.

Inicialmente pensei em juntar-me aa antigos conhecidos, mas senti intuitivamente que isso não seria correto fazer e resolvi enfrentar o caminho a pé com destino a Cafarnaum e durante todo o percurso fui pensando e pedindo a orientação do Pai para conseguir acomodações, pois não tinha dinheiro e não iria pedir nada a ninguém.

Ao entrar na cidade e caminhar pela rua, lá vinha uma senhora de meia idade em minha direção. Ela carregava pesados cestos e seu rosto estava triste. Parecia ter chorado. Num impulso eu a abordei e perguntei-lhe onde poderia encontrar um alojamento. Ela disse-me que em condições normais me ofereceria uma cama, mas que estava com seu filho muito doente em casa e que tinha saído para comprar algumas provisões para alimentar os consoladores que haviam se reunido para chorar a iminente morte de seu filho.

Eu logo me afligi por ela, mas ao mesmo tempo também me alegrei. Prontamente tinha sido dirigido a alguém que eu poderia ajudar. Então eu disse: a senhora permite que eu a ajude a carregar estes cestos? Ela me olhou por um momento, perguntando-se quem eu poderia ser, mas aparentemente ficou satisfeita com minha aparência e conduta. 

No caminho eu lhe disse que talvez pudesse ajudar seu filho. Você é médico? Perguntou ela. Não, disse eu. Não tenho formação médica, mas posso ajuda-lo. Foi então que chegaram numa casa grande construída em pedra e ele viu que eram pessoas de boa situação social e financeira. Ela procurou logo o marido por nome de Zedequias e disse-lhe apontando para mim: este homem diz que pode ajudar o nosso filho.

Zedequias, melancólico inclinou a cabeça e não disse nada. Então, sua esposa que se chamava Miriam, afastou-me um pouco e disse que o marido estava muito aflito e zangado com Deus porque eles tinhas diversas filhas e somente aquele menino que Deus estava levando deles. Então eu a tranquilizei dizendo-lhe que ela poderia ficar tranquila que o seu filho ficaria bom novamente.

Foi então que pedi que todos as pessoas que estavam no quarto do menino se afastassem para me aproximar e as pessoas negaram-se a obedecer-me. Aí o pai, Zedequias, colocou-as todas para fora e se aproximaram ambos de mãos dadas do menino, juntamente comigo. O garoto já estava praticamente agonizando, pois fazia muitos dias que, a mando de seu médico, somente lhe davam água.

Coloquei minha mão na cabeça dele e no mesmo instante senti uma espécie de corrente elétrica de alta tensão passar de meu corpo para o dele. Então o menino de pálido que estava e com muita febre começou a mudar de cor para um rubro que denotava saúde total. Então que abriu os olhos e disse: senhor muito obrigado, estou bem melhor!... Miriam feliz deu-lhe um abraço e ele disse mãe estou com fome e quero comer. Ela feliz lhe disse filho meu não posso fazer isso, pois o seu médico avisou que não lhe desse nenhuma comida. Então eu disse a Miriam sua mãe, pode dar-lhe pão e vinho que ele está totalmente curado.

Seu pai Zedequias estava maravilhado de alegria e gratidão. Depois de também abraçar o seu querido filho, voltou-se para mim e apertou as minhas mãos calorosamente e ficou dando tapinhas em meus ombros, enquanto balançava sua cabeça, incapaz de falar devido às lágrimas que escorriam por sua face. Quando finalmente se recompôs, entrou no salão e comunicou a todos os presentes que o seu filho tinha sido curado e eles próprios viram o menino siando do quarto onde há pouco tempo se encontrava agonizando para morrer e agora com a aparência de sadio e pedindo comida a mãe. Todos ali ficaram alegres e admirados e se ofereceram para me hospedarem.

Então foi posto alimentos na mesa para todos e Zedequias sentou-se e me formulou a seguinte pergunta: Você fez algo que nem os sacerdotes Judeus ou médico poderia fazer. Se a cura vem somente de Deus e embora você seja para nós um desconhecido, percebo que você deve vir de Deus. Sim, respondi-lhe! E as pessoas presentes ficaram assombradas. Finalmente, Zedequias perguntou-me se essa doença que atacara seu filho era um castigo por algo que ele tinha feito de errado no passado? E como ele poderia ter cometido um pecado tão grave que Deus queria levar seu único filho homem? 

Você fez a pergunta que eu mais queria responder Zedequias, disse-lhe. Deus nos dá a vida e a existência do ser. Ele não iria arrancá-la de nós como um homem arrancaria um tesouro de outro só porque está zangado com ele. Esta é a maneira como a humanidade se comporta, não Deus. E Deus não está sentado em um trono em algum lugar do céu, como fazem os reis humanos que se sentam em seus tronos e governam o seu povo. Esta é a maneira humana de proceder, uma prática humana – não a verdade.

A maneira de proceder de Deus vai muito além do que a mente humana pode conceber ou sonhar. Somente eu vi “Aquele que nos trouxe a existência”. E sei que ele não é o tipo de Deus que os rabinos judeus ensinam. No deserto vi que ele é o “Perfeito Amor”, e por esta razão eu prefiro falar do “Pai”, pois eu vi que ele trabalha dentro de cada ser vivo, mantendo-o num bom estado de saúde assim como um pai humano trabalha para manter seus filhos bem alimentados, vestidos e protegidos dentro do abrigo de um lar. Eu o vi dentro de todas as coisas do universo.

Na verdade amigos, o Pai nada retém, nada rejeita, nada condena, nem mesmo vê a transgressão. Tudo aquilo que o homem faz e que chama de pecado é apenas deste mundo e só existe punição neste mundo – porque é uma Lei da “Existência Terrena”. Tudo o que você semear, mais tarde colherá. Pelo fato de extrair sua Vida e sua Mente do Pai, o próprio homem é o criador dos seus pensamentos palavras e ações. Seja o que for que ele pensa, diz, faz e acredita, retorna a ele da mesma forma, algum tempo depois. Portanto, não existe castigo que venha do Pai – quaisquer que sejam os males que assolarem a humanidade, estes são o completo resultado de suas próprias decisões, sentimentos, palavras, pensamentos e ações.

Eu digo a vocês: em mim viram a Vida ativa sob a forma de cura. Sigam-me e ouvirão sobre o caminho que devem percorrer para encontrar a felicidade. Em minhas palavras encontrarão a verdade da Existência nunca antes revelada por nenhum outro homem. Tem se dito sobre o Messias que ele revelará os segredos que têm estado ocultos desde o começo da criação. Em verdade, digo que ouvirão estes segredos de mim. Se escutarem com cuidado, entenderem seu significado, praticarem sua verdade e apegarem-se às suas leis, serão transformados em novos homens e entrarão no Reino dos Céus. 

As pessoas murmuravam que era um ensinamento totalmente novo e que fazia mais sentido do que tudo o que havia sido ensinado a eles antes. Várias vozes pediram para continuar, mas Zedequias deu por encerrada aquela tão frutífera reunião e ficou certo que no dia seguinte eu iria para o cais de Cafarnaum para curar mais pessoas e escolher os meus discípulos. 

Na manhã seguinte cedinho ainda fui ao cais de Cafarnaum com Zedequias e vendo muitas pessoas doentes que ali tinham vindo para curá-los, compadeci-me de um rosto velho de mulher triste, curvada e enrugada. Fui até ela me ajoelhei ao seu lado e pus minhas mãos em sua cabeça e senti o fluxo de energia vibrando e passando das minhas mãos para o frágil corpo dela que, aos poucos, foi se endireitando e de repente estava totalmente recuperada. Ela ficou tão tomada pela emoção que chorou, riu, dançou e agradeceu dizendo, louvado seja Deus!... 

O povo ficou atônito com o que viu e eu aproveitei para explicar a eles que aquela cura era o efeito do que havia sido me mostrado e ensinado no deserto sobre toda a criação e a existência do ser. Então, continuei curando durante todo aquele dia e nos dias seguintes e finalmente resolvi me despedir de Zedequias e fui para as montanhas para me inspirar a escolher os meus discípulos, mas voltei e os escolhi entre alguns jovens que acompanharam o meu trabalho de cura e de ensinamento.

E foi justamente a partir daí que começou o meu real ministério de cura e ensinamento sobre a verdade da existência do ser, sem a qual não há nenhuma chance ou esperança para o crescimento primeiramente consciencial e depois espiritual do meu sofrido, empobrecido e doente povo e também de toda a humanidade.

Após as curas e o ensinamento, o povo começou a nos acompanhar a mim e meus discípulos e resolvemos caminhar em busca das montanhas da região para conseguirmos uma trégua. Conversava com meus discípulos e lhes ensinava coisas que nunca haviam ouvido falar e isso os chocava, pois via suas dúvidas refletidas em seus próprios rostos.

Mais eu sabia que desfazer-se da imagem de Jeová tão profundamente gravada em suas mentes pela cultura judaica requeria uma grande dose de coragem. Havia momentos em que falavam entre si e questionavam quem era eu que pretendia tais maravilhas. E se continuassem comigo e afinal eu fosse realmente um mensageiro de Satanás, como diziam meus inimigos? Eles seriam severamente castigados por Jeová. Eles tinham muito a perder e se ficassem comigo o que receberiam em troca?

Então eu disse que não podia fazer nenhuma promessa terrena por sua ajuda na propagação do evangelho da boa-nova. Eu não tinha dúvida nenhuma de que, onde quer que fôssemos receberíamos alimentos e refugio e somente poderia prometer a verdade de que o Pai conhecia as suas necessidades e que elas seriam satisfeitas e que também os manteria com saúde. Prometi também que se eles se voltassem para o Pai e confiassem no Pai a cada passo do caminho, seriam tão felizes como nunca haviam sido antes. Experimentariam o Reino dos Céus por eles mesmos, na medida em que deixassem de lado as exigências do eu e se pusessem a serviço dos outros. 

Seriam testemunhas de muitas e muitas curas e estas aumentaria a sua fé e daria a eles coragem para suportar quaisquer incômodos da jornada. E assim começamos nossa missão para espalhar a Boa Nova do Evangelho do Reino de Deus. Enviei a minha frente esses jovens para as cidades que iriamos visitar. 

E quando chegava dizia para as pessoas que não precisavam apenas curar seus corpos físicos ou tentar melhorar suas vidas, precisavam curar suas crenças. Então, começavam logo a pedir que eu as ensinasse e resolvi fazê-lo. E diss-lhese: doença nada mais é do que a baixa na vitalidade – uma redução da vida – na parte afetada. Restaure o Pai Vida na verdadeira intenção e no plano do seu sistema e o sistema todo funcionará como devia.

Foi dito que Deus manda enfermidades, pragas, penúrias e destruição às nações, quando não obedecem as suas leis. Foi dito que são castigados por um Deus irado por causa dos pecados que cometeram. O que é o castigo senão a maldade sob o disfarce de bondade? Eu digo a vocês que o mal não vem de Deus. Como pode Deus está no bem e no mal? É apenas em suas mentes que voc~es concebem o bem e o mal, é apenas em vossos corações pqe pensam e sentem dessa forma. Estes pensamentos e sentimentos não têm nada a ver com o verdadeiro Deus que é o Pai dentro de vocês e que faz todo o bem se assim acreditarem.

Se eu pudesse mostrar e fazê-los ver e acreditar que, quando se lastimam sua tristeza é conhecida do Pai! Se se voltassem para o Pai e observassem o trabalho que o Pai Amor está fazendo para vocês, com o tempo sua tristeza se converteria em alegria e encontrariam consolo além de qualquer coisa que imaginasse possível.

Vocês são abençoados se estão famintos e como sede porque o Pai conhece suas necessidades. Em breve seriam saciadas se parassem de se lamentar e começassem a orar para o Pai pedindo e acreditando que iriam receber. Não esqueçam que aquilo em que realmente acreditam é aquilo que se recebe. 

Não percebem que essa crença Judaica de sacrifícios de serem vivos no Templo vai trazer apenas miséria para vocês. Acreditem em castigo e castigo é o que receberão. Acreditem na morte e destruição como sendo o caminho certo para chegar a Deus e isso é o que experimentarão: matança e destruição. Falei dos bem aventurados, dos abençoados, dos mansos de coração e do reino de Deus. 

Disse que o reino de deus estava neles. Entram no reino de Deus quando percebem plenamente que o Pai está o tempo todo ativo em vocês. É um estado de mente, de percepção e entendimento de que a realidade por trás e dentro de todas as coisas visíveis é o Pai formoso e perfeito e que todas as coisas que são contrarias à beleza, à harmonia, à saúde e à abundancia, são apenas do pensamento equivocado do homem.

Assim, se querem realmente mudar suas vidas – mudem seus pensamentos, mudem suas palavras decorrentes desses pensamentos, mudem suas ações decorrentes desses pensamentos, pois aquilo que está em suas mentes criará todas as suas experiências, suas doenças, pobreza e desespero. Falei ainda sobre como deveriam tratar o vizinho, do manto, e da túnica que deveriam ser dados de bom coração.

Estabeleceu-se um dialogo entre nós com várias pessoas perguntando e eu respondendo, tudo de conformidade com a verdadeira lei divina. Enfim, conclui dizendo: Eu disse essas coisas para preparar aqueles de vocês que se encontram doentes, para curá-los. Não podem ficar curados a não ser que acreditem, com todo o coração, que a cura acontecerá. 

Lembre-se de que a doença corporal surge da doença da mente, tal como o mau-humor, o rancor, a raiva, o ódio e o ressentimento. O Pai Amor é a fonte de toda a saúde. Consequentemente, todos os pensamentos e sentimentos contrários ao Pai Amor, produzem doenças. Assim como todos os seus males, doenças e aflições começam na mente – assim também o seu bem começa nela.

Fim do resumo da carta 02 

Observações finais: Na verdade amigos, é tão complexo resumir essas cartas que, o ideal seria que as pessoas que estão realmente interessadas em evoluir e crescer espiritualmente as lesse na integra porque nelas há tantos e tantos detalhes que é quase impossível resumi-las.



Emílio.
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