segunda-feira, 5 de dezembro de 2016
FolhaPress
O uso do amianto no Brasil é combatido há tempos, mas a discussão pode terminar em breve. O ponto final que decidirá que o material cancerígeno deixará de ser usado não deve partir do legislativo ou judiciário, e sim, das empresas, que estão migrando para outras fibras.

Por fazer mal à saúde, o mercado do amianto é duramente criticado, o que faz com que empresas adotem alternativas saudáveis para se manter operantes, como uma mistura de fibras sintéticas e celulose.

"Desde o início dos anos 2000, mais ou menos, há uma migração da indústria. Existe cobrança de ambientalistas, da comunidade, de alguns órgãos públicos, leis estaduais e municipais, as opções vão se esgotando e cada vez mais os fabricantes de amianto são direcionados a substituí-lo", diz Roberto Luiz Hecksher Correa Netto, presidente da Abifibro (Associação Brasileira das Indústrias e Distribuidores de Produtos de Fibrocimento). "A tendência é que cada vez mais empresas deixem o mineral".

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